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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Charge da semana





A educação pública está cada vez sendo mais ignorada pelos governos, pois é um investimento a longo prazo e requer custos. Ao invés de termos mais professores qualificados e salas de aula com uma boa infraestrutura, se tem salas de aulas com até 50 alunos. Além de prejudicar o aluno está se criando uma grande disparidade entre alunos de escolas particulares e públicas. Não que não exista escolas particulares que visando um lucro maior, aglomeram 40, 45 alunos em um a sala de aula ao invés de simplesmente colocar mais professores. Mas para que ter uma sala de aula com 25 alunos, se podemos diminuir os custos? Esse pensamento não se restringe apenas ao governo, mas sim a muitas escolas particulares. Nessas escolas a qualidade do ensino é prejudicada. Entretanto ainda há uma boa diferença entre algumas escolas particulares e colégios públicos.
Outro tema importante é as cotas no vestibular, as universidades federais em suma maioria colocam alunos de escola pública e alunos de escola particular concorrendo por vagas cada um em seu grupo. Isso mostra que o governo reconhece os problemas existentes na educação e os investimentos parecem não ocorrer, apenas escolas técnicas sem uma boa base ao aluno não adianta nada. Se o Brasil quer ser um país desenvolvido não basta atrair empresas se os funcionários são desqualificados, a solução para a empresa é buscar pessoas de fora. Um país que quer ser desenvolvido tem que começar a investir em educação, apenas assim teremos os resultados que almejamos em uma pátria que já cansou de ser reconhcida como país do futuro.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Charge da semana


A imagem escolhida aborta um dos temas mais comentados deste ano: a globalização. Mas será que todos estão a par do que realmente significa globalização?

No sentido literal o processo de Globalização diz respeito à forma como os países interagem e aproximam pessoas, ou seja, interliga o mundo, levando em consideração aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos. Com isso, gerando a fase da expansão capitalista, onde é possível realizar transações financeiras, expandir seu negócio até então restrito ao seu mercado de atuação para mercados distantes e emergentes, porém, obtêm-se como consequência o aumento acirrado da concorrência.

Com o trecho supracitado fica evidente que quem possui capital e deseja expandi-lo se beneficia com a globalização. Já quem não possui capital utiliza-se da globalização em busca de empregos que lhes proporcionem uma melhor qualidade de vida. Porém ainda no trecho acima se cita uma das conseqüências da globalização: a concorrência. A procura de emprego esta se tornando cada vez maior e o mercado esta exigindo mais qualificações, excluindo assim muitas pessoas de baixa renda que muitas vezes mal tem dinheiro para se alimentar. Estas pessoas sofrem com a globalização, pois enfrentam uma concorrência desleal. Não existem muitas medidas para mudar a realidade dessas pessoas, tornando os burgueses se não os únicos, os mais beneficiados com a globalização.

Um processo que poderia ajudar de varias maneiras as pessoas de baixa renda, hoje se mostra como uma via de mão única que apenas se dirige àqueles que detêm o capital. E é isto o que a nossa charge tenta ilustrar esta semana, que as classes de baixa renda quando conseguem fazer parte da globalização é através do trabalho, que se torna cada vez mais difícil de ser alcançado devido à baixa especialização dessas pessoas.

Fontes utilizadas: Wikipédia



sábado, 20 de novembro de 2010

Charge da Semana

Todos nós devemos ter alguma noção referente à qualidade do ensino brasileiro. Como refletido no nosso cotidiano, é notável como o nível intelectual da população em geral não é admirável. Apesar de a nossa nação estar num ritmo contínuo de desenvolvimento econômico, ainda existem inúmeros aspectos os quais não estão o seguindo o mesmo este ritmo de crescimento. É trágico que a educação, o meio que constitui a base do conhecimento e dos valores de um indivíduo encontra-se em tão precário estado. Como consequência, grande parcela da população logo se encontra em um caminho sem rumo, presos a uma realidade que poderia ser transformada através do estudo.

Tal argumento está exemplificado na charge desta semana. Enquanto o garoto demonstra interesse no seu desenvolvimento intelectual, sua mãe, já acostumada e estagnada em suas condições de pobreza, considera o desejo de seu filho como algo utópico. Provavelmente, o garoto logo também irá se juntar aos milhares de outros brasileiros os quais não puderam ser iluminados pelo estudo e agora se encontram involuntariamente presos em um eterno universo de miséria.
Postado por: Alisson Tres

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A desigualdade social no Brasil representada pelo censo



Em todo o ano que acaba com zero, ou seja, de dez em dez anos é realizado no Brasil o censo. Através deste, os governantes conseguem saber as condições de vida da população que reside em todo território nacional. Assim podem tomar medidas públicas que melhorem as qualidades de vida de todos os cidadãos. Na charge podemos observar que o Brasil está dividido de um lado a periferia com rachaduras no solo e uma corda arrebentada da faixa, isso mostra a precariedade que vivem as pessoas das periferias da Brasil. No entanto de outro lado temos prédios, helicóptero, um solo sem rachaduras, assim refletindo outra realidade. Bairros nobres e periferias existem na grande maioria das cidades. As periferias brasileiras são precárias com carência de infra estrutura, subemprego e segragação social. De outro lado bairros nobres é onde concentram-se os terrenos de maior valor comercial e é comum observar condominios fechados, onde que devido a falta de segurança as pessoa optam por estes lugarem para morar, sendo que lá elas tem tudo o que precisam. Essa charge ilustra bem que ainda existe muita desigualdade entre os mais pobres e ricos no Brasil.

Postado por Alisson Serraglio

sábado, 30 de outubro de 2010

Charge da semana


A ilustração desta semana traz como cenário um berçário onde os bebês ficam expostos logo após seu nascimento, o que chama a atenção neste lugar é que dentre os indivíduos ali apresentados um esta retratado de maneira diferente, com a pele verde e com seus olhos escondidos por um tarja preta. É possível observar também que dois senhores distintos estão dialogando na parte externa ao berçário. Um dos senhores é de aparência requintada, vestido com trajes sociais e provavelmente possui um bom emprego e moradia. O outro senhor é de aparência humilde, vestido de maltrapilhos e possivelmente possui um péssimo emprego e moradia.

Os dois estão observando os nenês e o homem de condições favoráveis comenta sobre quem é seu filho e pergunta quem é o filho do homem menos favorecido. O senhor humilde apenas pede que o outro adivinhe. É de fácil percepção que o filho do segundo falante é o bebe excepcional, diferente da maioria, mas porque ele se encontra retratado desta maneira?

Porque culturalmente quem não tem condições, quem é maltrapilho, é visto de maneira diferente desde seu nascimento. A pessoa que nasce assim é dita como perdida, pois é extremamente raro que consiga ajuda para melhorar sua condição de vida. O bebê verde está marcado com uma tarja preta porque a sociedade se esforça ao máximo para não enxergar estas pessoas, finge que está tudo bem pela comodidade, fazendo com que estes indivíduos desfavorecidos fiquem no anonimato e continuem a viver na miséria a que nasceram condenados.

Postado por: Patrícia

sábado, 23 de outubro de 2010

Charge da Semana

O motivo pelo qual trouxemos esta charge nesta semana não se deve pelo fato de fazer uma referência direta às desigualdades sociais, mas sim pela analogia que está presente nesta imagem.

Apesar dos protagonistas da charge estarem se dirigindo para uma passeata em prol da diminuição do uso de carros e demais veículos os quais eliminam gases tóxicos no meio em que vivemos, eles ainda assim optam pelo uso de um destes veículos para se locomover, acabando completamente com o sentido da passeata a qual iriam participar. Analisando dentro do contexto do nosso blog, pode-se observar que o fato ocorrido na charge também pode acontecer em diversas outras situações. Qualquer um pode dizer que é a favor da diminuição das desigualdades sociais, mas será que realmente contribuímos para a concretização deste objetivo? O caso é que não adianta apenas sermos simpatizantes deste ideal se não praticamos ações concretas em prol do mesmo, nem quando na realidade possuímos pensamentos preconceituosos quanto aos membros menos afortunados os quais dizermos estar “apoiando”.

Embora mostrar uma posição de interesse desta questão já possa ser, de certo modo, um progresso, de nada adiantará se realmente não houver um esforço para comprovar o interesse nesta questão. Caso contrário, estaremos presos a um contínuo exercício de hipocrisia, e a realidade permanece imutavelmente desigual. Está é a mensagem que procuramos deixar a partir da charge postada hoje.

Postado por: Alisson Tres

sábado, 16 de outubro de 2010

Charge da semana



A charge desta semana tem o objetivo de demonstrar que a desigualdade condiz com o que cada um fez durante sua vida. Na maternidade todos são iguais, assim nas etapas da vida algumas pessoas podem se destacar e crescer financeiramente, enquanto que outras não têm a mesma sorte. Enquanto jovens pensamos no futuro, nos caminhos que podemos traçar na nossa vida, porém não são todos que tem oportunidade de alcançar certos objetivos na vida. Pessoas mais carentes que não recebem uma boa educação, dever do governo, acabam deixando os estudos de lado e começando a trabalhar ainda jovens. Isso ocorre com muitas pessoas que tem que sustentar a família. De outro lado jovens com condições de estudarem e se formar em uma ótima universidade acabam não se interessando pelos estudos e preferem curtir a vida, bebendo bebidas alcóolicas em diversas festas. A charge mostra que após a vida somos todos iguais, assim como na maternidade, isso é verdade mais pura, pois o que nos distingue como pessoas não são nossos bens matérias e sim nossa forma de pensar. Uma pessoa que se importa com o próximo, sempre ajudando as pessoas, seja com caridade ou com boas atitudes merece reconhecimento independente de sua classe social, isso é verdadeiramente o que nos torna pessoas diferentes e não o salário, casas e carros de valor que adquirimos durante a vida.

Postado por: Alisson Serraglio

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Charge da semana


A imagem desta semana nos remete a grande disparidade existente entre a população, em que os detentores do capital e por conseqüência do poder estão sempre crescendo enquanto a população se afunda cada vez mais. Esta gritante diferença presente desde sempre em nossa sociedade é representada de maneira descontraída, porém exata com um personagem bem vestido e alimentado sentado em uma seta crescente representando os detentores do poder, e apenas uma mão emergindo do buraco para representar a calamidade em que sobrevive a população de baixa renda.

Mas como será que aquele senhor conseguiu atingir aquela seta e o cidadão apenas afundou em um buraco? Quem detém o poder verdadeiramente sempre foi a população, pois quando unida não há jeito de dissolver o seu requerimento. Porém a população a partir de vários processos históricos se deixou dominar por alguns e o resultado é o gráfico representado acima. Quem está no buraco jamais alcançará os pés de quem se sentou na flecha verde, porém se cada um fizer sua parte poderemos juntos tirar o cidadão do buraco e lhe proporcionar uma vida ao invés da sobrevida na qual ele se encontra.

Postado por: Patrícia

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Charge da Semana


A charge desta semana nos remete novamente à temática da política em nosso país.


Todos devem muito bem se lembrar dos diversos escândalos que ocorreram no cenário da política brasileira nos últimos tempos. Desvios monumentais de verba pública foram realizados, sendo levados aos cofres dos poucos detentores do poder envolvidos na trama. Dinheiro este que deveria estar sendo investido em prol da população brasileira, afim de melhorar a qualidade da educação, saúde, segurança e tantas outros fatores da sociedade onde vivemos.


Enquanto os envolvidos destes lamentáveis acontecimentos planejavam ou executavam suas atividades corruptas, milhões de habitantes do nosso Brasil beiravam à pobreza, lutando contra as dificuldades de um cotidiano sofrível e injusto, sendo esta a idéia expressa pela charge.


Você já escolheu os candidatos em quem vai votar? Você tem certeza absoluta que conhece o candidato escolhido? Você está ciente do passado do tal candidato? Lembre-se que a única maneira de evitar os escândalos que enriquecem os políticos desonestos e acentuam o cenário de desigualdade no nosso país é certificando-se que os candidatos em que votamos não são propícios a tais atividades vergonhosas.

Postado por: Alisson Tres

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Charge da semana

A charge desta semana tem o objetivo de demonstrar a diferença entre duas camadas da sociedade. Dois lados oposto, demostrando alguns fatores, como a saúde pública precária, sendo que apenas quem pode pagar usuflui de um serviço eficiente. A charge também tem a seguinte frase " Ex dono de esperanças" ilustrando a figura do cidadão que não tem nada na vida, essa frase pode ter inúmeros significados, um deles pode ser a falta de oportunidades dessas pessoas que tinham esperanças de ter um classe social mais elevada. Além disso, o sorisso das duas partes é o que se tem no Brasil, as duas camadas sociais parecem estar satisfeitas com as condições atuais. Nesses tempos de eleição, se ouve muitas promessas, projetos e conversas de políticos que não conhecem nem ao menos as condições socias de seus eleitores. Um político tem que além de batalhar por quem o colocou no poder, demostrar resultados que satisfação a população. Em ano de censo teremos uma noção maior dos reais problemas do Brasil e cabe aos governantes o dever de solucionar os problemas brasileiros, para aí sim todos poderem sorrir às graças de um país que ainda tem muito o que melhorar.
Publicado por: Alisson Serraglio

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Charge da Semana

Recentemente foi iniciado o período de propaganda eleitoral que precede as eleições que realizaremos em breve.
Em virtude deste acontecimento, trouxemos especificamente esta charge nesta semana.


Podemos considerar esta charge como auto-explicativa. A imagem retratada nos revela a realidade do período de eleições. Sempre somos surpreendidos com enxurradas de promessas, das quais apenas poucas são concretizadas. Podemos ainda levar em consideração o fato de que as eleições são, para muitas famílias pobres, apenas um período onde podem receber um leve e rápido auxílio (dinheiro, setas básicas, etc.) em troca do seu voto. Por mais que esse ato seja antiético, as condições de pobreza em que estes habitantes vivem não permite a eles recusar tal proposta.

São de causos como este que a política no país é realizada. Muito mais do que promessas e propaganda, a exploração das camadas mais pobres da população também deve ser realçada.

Portanto, pedimos a todos os eleitores do nosso país que escolham os candidatos aos quais darão os seus votos com muita cautela. Não podemos nos permitir entregar o nosso voto em troca de adornos ou musiquinhas pegajosas. O voto consciente é o único caminho para impedir que políticos sem caráter cheguem ao poder e para que pessoas capacitadas possam lutar pelos direitos da população brasileira, afim de contornar as duras condições da nossa realidade contemporânea.

Postado por: Alisson Tres

sábado, 14 de agosto de 2010

Charge da Semana

Trouxemos para esta postagem uma imagem que ilustra que muitas vezes quem inicia os ciclos de agressão são membros das classes mais altas. Apesar de haver um senso comum entre as classes elevadas de que membros das mais baixas são marginais violentos, estes que possuem condições financeiras superiores acabam por ser os verdadeiros praticantes de violências, cometidas contra as pessoas mais necessitadas. Não necessariamente uma violência física, mas normalmente a violência verbal, como mostrado na charge.

Muitas vezes esta agressão verbal deixa mais marcas do que uma física, visto que uma agressão física possui uma facilidade maior de recuperação, enquanto a verbal traumatiza profundamente o psicológico do indivíduo. Não se pode levar pela imagem de um estereótipo criado por uma sociedade discriminadora. O caráter de alguém não se forma através da classe social que participa.

Postado por: Alisson Tres, Alisson Serraglio e Patrícia

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Charge da semana


A charge desta semana possui várias interpretações, porém três chamaram nossa atenção. Uma um tanto quanto histórica e as outras duas de características modernas.

A interpretação histórica se refere aos tempos em que negros eram usados como escravos e traziam em suas costas o sustento de seus patrões. Em tal época os escravos eram tratados como animais trabalhando muito e recebendo em troca um prato de comida e um lugar para ficar.

A segunda possibilidade seria a de que na contemporaneidade as crianças africanas, frágeis e famintas, são tão impercebíveis aos olhos de quem tem uma vida normal, com alimento e roupas em bom estado, que poderiam ser comparadas a pequenas estruturas que sustentam uma mesa. Estruturas estas que ficam no chão e quando com sorte recebem algumas migalhas que a pessoa que esta ocupando a mesa deixou cair.

A terceira interpretação seria de que na atualidade o conforto de muitas pessoas é sustentado pelo trabalho árduo, quase escravo, de membros de classes inferiores. Pessoas que trabalham de sol a sol e muitas vezes não possuem dinheiro suficiente para sua alimentação.

Postado por: Alisson Tres e Patrícia


quinta-feira, 22 de julho de 2010

Charge da Semana


A charge desta semana nos remete a pensar sobre a temática da pobreza, a qual muitas vezes possui um aspecto “pesado” como ilustra a charge. Refletindo sobre a mesma, o que será que o personagem queria nos mostrar ao dizer que eles não têm vidas?

Entre os milhões de habitantes do nosso planeta aquela família se encontra em um baixíssimo nível de pobreza, semelhante ao de milhares de outras pessoas. Apesar de constituírem um grupo gigantesco, as condições de miséria em que se encontram lhes dão certa característica de anonimato. Estas passam a ser apenas mais algumas pessoas nas profundezas da sociedade moderna.

Esta característica de anonimato que lhes é atribuída exibe uma idéia de que a existência desses personagens não faz diferença alguma, tirando em parte a importância de suas vidas.

Postado por: Alisson Tres e Patrícia

sábado, 10 de julho de 2010

Charge da Semana

Como podemos visualizar nessa charge, são gritantes as diferenças entre diferentes regiões do globo terrestre. Enquanto muitos esbanjam seus recursos e chegam até a recorrer a recursos de outras regiões para suprir suas necessidades, outros não tem sequer recursos para suprir suas necessidades básicas, além de em muitas dessas regiões a natureza ainda ser extremamente cruel, com secas e outros desastres ecológicos.
Também podemos ver a problemática dá má distribuição de alimentos, enquanto em algumas partes a obesidade vai se tornando a doença do século, em outros a fome ainda é um fator muito presente na vida das pessoas. Alimentos são produzidos em nível global de quantia suficiente para alimentar a todos, porém a distribuição desses alimentos é muito ruim, o que causa que quadros assim sejam vistos ainda no século XXI.
Postado por Clei

sábado, 3 de julho de 2010

Charge da Semana


A charge desta semana tenta demonstrar de um jeito descontraído dois aspectos muito presentes no dia-a-dia brasileiro: o elevado índice de desigualdade e a ignorância de parte da população.

Ela traz a questão do índice de desigualdade brasileiro através da segunda fala do personagem, na qual ele cita cinco classes diferentes e termina com reticências, dando a entender que o numero de classes não termina por ali.

Já a ignorância por parte da população é representada pela primeira fala em que ele confunde alfabetização com as letras usadas para distinguir as diferentes classes sociais.

Esta charge nos leva a repensar alguns aspectos da nossa realidade e surgem algumas perguntas em nossa mente, como por exemplo: quantas classes sociais existem no Brasil? Como são feitas estas divisões? Por que são feitas essas divisões?

Bom, existem no Brasil dez classes sociais e estas são:

A: Ricos, sofisticados e influentes.

B: Prósperos e moradores urbanos.

C: Assalariados urbanos.

D: Empreendedores e comerciantes.

E: Aspirantes sociais.

F: Periferia jovem.

G: Envelhecendo na periferia.

H: Aposentadoria tranquila.

I: Envelhecendo no interior.

J: Brasil rural.

E estas divisões são feitas a partir da renda, da geografia, da demografia, de padrões estabelecidos, e estilo de vida das pessoas. Essas divisões são feitas para o uso do governo ou de empresas. O primeiro a fim de fazer alguma estatística ou qualquer outra pesquisa desejada e o segundo para poder entender melhor o mercado consumidor.

Fonte usada: http://www.contee.org.br/noticias/msoc/nmsoc1071.asp

Postado por: Patrícia

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Charge da Semana


Analisando a charge que trouxemos esta semana, podem-se perceber dois aspectos distintos. Primeiramente, temos o protagonista da charge, o qual é um dos muitos que residem nas ruas das grandes cidades, não tendo outra alternativa a não ser residir nos cantos mais obscuros das mesma, sendo que a ponte, a qual é retratada na charge, é um dos exemplos mais comuns a serem citados.
O segundo aspecto se refere às pessoas que passam com seus carros pelas pontes. Juntando estes dois aspectos, obtém-se o humor da charge: o barulho excessivo dos veículos que passam pela ponte causando incomodo ao homem que abaixo dela reside, batendo no topo da ponte com uma vassoura, da mesma maneira que uma pessoa faz quando o vizinho de cima que está gerando algum tipo de incomodo.
O cenário da charge retrata uma situação comum na nossa sociedade. Temos nas grandes e modernas cidades variadas construções onde nela residem grande parte da população. Todos possuem pelo menos certa quantidade básica de bens como geladeira, televisão, camas, etc. Alguns outros já dispõem da posse de alguns bens a mais como um veículo, por exemplo. De qualquer maneira, ao passo que estas pessoas vivem no mínino com os instrumentos básicos para a sobrevivência, temos este indivíduo que vive em baixo da ponte, em completo contraste com o estilo de vida recém retratado. Os grandes centros urbanos conseguem abrigar gigantescas quantidades de estabelecimentos variados, veículos e seres humanos em contínuo movimento e tantas coisas mais, e ainda assim, não tem condições de proporcionar condições básicas aquele indivíduo.
O constante desenvolvimento tecnológico proporciona a evolução dos centros urbanos, mas normalmente não contribui para melhorar a vida das muitas pessoas que residem nas profundezas deles.
Postado por: Alisson Tres

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Charge da Semana

A charge que trouxemos esta semana foi escolhida especialmente pelo fato de hoje ser dia de Corpus Christi, importante feriado da religião católica.


No momento em que o padre menciona as desigualdades sociais sendo considerada como um pecado, o homem representante da minoria de maior renda da sociedade logo exclama com uma interpretação contrária a que o padre procurava expressar. Considerando os graves problemas que as desigualdades sociais acarretam, não seria errado considerar ela como um pecado de nossa humanidade.

É interessante destacar que vários movimentos que buscam combater a dura realidade das desigualdades são de caráter religioso. Muitas igrejas realizam campanhas para arrecadar donativos para a população mais carente, e diversas vezes essa temática foi abordada pela Campanha da Fraternidade. Com exemplos como estes, pode-se considerar que religiosidade consegue desempenhar um importante papel na luta contra pelos menos favorecidos.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Charge da Semana

A charge desta semana satiriza o nome do conhecido aparelho da Apple, o iPhone, trazendo uma interessante referência às desigualdades sociais.


De fato, existem inúmeros exemplos de tecnologias ao nosso redor que conseguem facilitar a nossa vida e torná-la mais proveitosa. Mas estas tecnologias, apesar de todas as suas incríveis funcionalidades, não trazem benefícios para toda a população, afinal, não são todos que possuem acesso a estas tecnologias. Relembrando a questão do consumismo, já tratada anteriormente, enquanto muitos de nós usufruímos destas tecnologias, às vezes de maneira compulsiva, muitas pessoas não só nem imaginam que estas possam existir, afinal, muitas vezes chegam a lhes faltar muitos dos elementos básicos para a sobrevivência.